Muitas vezes, ouvimos alguns cristãos dizer "Pastor, esta palavra foi mesmo para mim. Eu preciso de mudar nesta área".

É uma frase, na sua natureza, muito séria e necessária na vida de qualquer pessoa, visto que os processos de transformação e de reconhecimento do próprio erro estão presentes na nossa vida até morrermos. 

Agora, há um senão. Se essas palavras forem ditas da boca para fora, não vale a pena. Se nós realmente queremos ver mudança na nossa vida e na nossa maneira de ser, então temos que agir a favor dessa mudança. Mas a mudança começa, primeiramente, no nosso coração. Não importa que digamos que queremos mudar se o nosso coração, a nossa alma não estiver disposto/a a sofrer. 

Sim, porque mudança implica sofrimento. Implica negarmos a nossa vontade, o nosso querer para sermos parecidos com Cristo. 

Jesus disse que aquele que ouve as Suas palavras e as pratica, será semelhante àquele que constrói a sua casa na rocha. No entanto, aquele que ouve as Suas palavras e não as pratica, será semelhante àquele que constrói a casa na areia, que não tem fundações, não tem qualquer suporte para resistir às tempestades (Mateus 7:24-27). 

Com quem queres ser parecido?

Estará o teu coração preparado para seguir as palavras de Cristo? Mas seguir mesmo, não a fingir.

Se a mudança não começar no nosso coração, não vale apenas agradecermos ao pastor a bela pregação.

 

Salomé Fidalgo

11/09/2021

Os leões têm uma forma muito única de caçar. São os felinos mais sociáveis e que dependem uns dos outros para sobreviver. Uma das táticas mais usadas por estes animais na caça é o rugido; por norma, os leões rugem de uma forma muito assustadora e intimidante com o intuito de levar as presas a ir em direção contrária ao do rugido. O que as presas não sabem é que as leoas estão nessa direção a que elas fogem para as caçar. Ou seja, o barulho intimidador do rugido do leão é apenas uma forma de as distrair e de as levar à direção que eles realmente querem.

Jesus estava morto. A esperança do mundo estava inerte, sem respirar e pendurada numa cruz. Sexta-feira, o dia que marcara a morte de Jesus na cruz, era cinzenta, sem luz, sem brilho ou beleza: “E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol; e rasgou-se ao meio o véu do templo” (Lucas 23:44-45).

O louvor a Deus é uma questão complicada. Apesar de sabermos a sua definição, muitas vezes confundimos o que na prática deve ser feito. No mundo cristão, pensa-se que louvar é sinónimo de fazer/tocar músicas, ou o contrário de adorar, no que toca ao andamento da música. Pensa-se que louvar é com músicas rápidas e adorar é com músicas lentas.