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Jesus não é o fundador do cristianismo, ele nunca disse: “fazei cristãos”. O termo cristão vem mencionado no livro de Atos dos Apóstolos, onde foi usado uma única vez pelos de Antioquia, mas que, não vemos mais vez nenhuma os escritores e os apóstolos de Jesus Cristo a mencionarem o termo ou a reforçarem ao longo de toda a Escritura do novo testamento. Os termos são sempre: “meus irmãos, meus filhinhos, discípulos de Jesus, aos santos que estão em…, aos fiéis, aos chamados queridos em Deus Pai (termo que Tiago usa na sua carta)”. Enfim, toda a Escritura é dirigida de forma íntima e pessoal e não institucional.

O mundo tem vindo a mergulhar numa lógica que não faz sentido. Jesus Cristo diz que “são cegos que guiam cegos”, é de facto a melhor definição sobre o que se passa na vida real. Esta atual pandemia não só confirma como fez subir o número de “cegos” que deixaram de ver, a lucidez morre a cada dia que passa, não admira que os psiquiatras e os psicólogos chamam-nos atenção, quase que diariamente para o elevado número de doenças mentais, na ótica do Evangelho a falta de lucidez é por si só uma doença da mente.