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Acordei com esta gratidão no coração, como alguém a quem tudo corre bem; como se o mar não se agitasse, por vezes, em demasia; como se não existissem dias chuvosos; como se todos os jardins por onde eu passasse não ficassem, por vezes, despidos nem espinhosos…

Esta gratidão invade-me o coração, como se o lugar onde estou (seja qual for) fosse o melhor lugar para estar. É uma gratidão que se origina na paz, amor e alegria, não vindos do exterior ou das circunstâncias, mas plantados no meu coração.

Poderão perguntar se não vivi momentos difíceis e mesmo tortuosos, alguns confusos, doridos e duvidosos…momentos de sofrimento, tristeza, pesar e dor…? Sim, vivi. E os que me estiveram mais próximos, testemunharam e confirmam a minha afirmação. Mas o que são esses momentos, quando olhamos para as vivências de Jesus?

 Vejamos:

Esta situação de pandemia  que o mundo vive levou-me a estabelecer um paralelismo com a vida eterna Vejamos: 

1- Deus é autor  da vida, não da morte. O Homem, na sua atitude irrealista sobre si mesmo,, quer ser como Deus e é essa ambição e falta de submissão a Deus, seu criador, que traz morte à sua vida. 

"Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela,(Génesis 3:3-6) 

Quem já leu na Bíblia acerca dos milagres que Deus fez, não sabe a qual chamar o maior.

Desde o Velho Testamento, onde assistimos  a milagres como a abertura do Mar Vermelho (Êxodo 14), a transformação de varas em serpentes (Êxodo 7),  a ressurreição do filho da mulher sunamita (II Reis 4), e também do filho da viúva de Sarepta (I Reis 17: 17-24), a alimentação de três pessoas, por muitos dias, apenas com um punhado de farinha e um pouco de azeite (I Reis 17: 8-16)

Até ao Novo Testamento, onde assistimos à transformação de água em vinho (João 2: 1-11), à cura de  dez leprosos (Lucas 17:11-19), bem como da mulher que tinha um fluxo de sangue (Lucas 8:43-48), ou do cego de nascença (João 9:1-11),à ressurreição de Lázaro (João 11),  bem como da filha de Jairo (Lucas 8: 41-42, 49-56), à multiplicação dos pães, uma vez (Mateus 14:15-21) e ainda outra (Mateus 15:32-38), à libertação de endemoniados (Lucas 8: 27-33)

Com tantos e tão variados milagres, se tentássemos classificá-los e escolher o melhor, talvez, na nossa pequena humanidade, elegêssemos como mais poderoso, a ressurreição, uma vez que para nós, a morte é o maior dos inimigos (já diz o ditado que “para tudo há remédio, menos para a morte)”.