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Esta situação de pandemia  que o mundo vive levou-me a estabelecer um paralelismo com a vida eterna Vejamos: 

1- Deus é autor  da vida, não da morte. O Homem, na sua atitude irrealista sobre si mesmo,, quer ser como Deus e é essa ambição e falta de submissão a Deus, seu criador, que traz morte à sua vida. 

"Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela,(Génesis 3:3-6) 

Acordei com esta gratidão no coração, como alguém a quem tudo corre bem; como se o mar não se agitasse, por vezes, em demasia; como se não existissem dias chuvosos; como se todos os jardins por onde eu passasse não ficassem, por vezes, despidos nem espinhosos…

Esta gratidão invade-me o coração, como se o lugar onde estou (seja qual for) fosse o melhor lugar para estar. É uma gratidão que se origina na paz, amor e alegria, não vindos do exterior ou das circunstâncias, mas plantados no meu coração.

Poderão perguntar se não vivi momentos difíceis e mesmo tortuosos, alguns confusos, doridos e duvidosos…momentos de sofrimento, tristeza, pesar e dor…? Sim, vivi. E os que me estiveram mais próximos, testemunharam e confirmam a minha afirmação. Mas o que são esses momentos, quando olhamos para as vivências de Jesus?

 Vejamos: