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O ano do jubileu acontecia de 50 em 50 anos: “Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos”. 

(Levítico 25:8). Ou seja, sempre no quinquagésimo ano. Os principais objectivos desse ano especial separado por Deus era que o povo vivesse um ano de libertação, isto é, um ano de perdão de dividas. 

O propósito é que a riqueza não se concentrasse em poucas pessoas. 

As regras eram simples, seguem algumas:

1º A terra que usavam pertence a Deus. Assim ninguém poderia reclamar donos de território. Deus deu a terra e exigia que aproveitadores não fossem beneficiados, que houvesse respeito pela terra e pelo direito de todos de usufruir dela de alguma forma, inclusive os escravos. 

2º As pessoas deviam voltar as suas possessões iniciais: Deus havia dado a terra prometida e repartido entre as tribos de Israel. Transacções comerciais aconteciam e vendas de terras eram comuns, mas no ano jubileu tudo deveria voltar aos primeiros donos. Com isso Deus impedia especulações e acumulação de património, que enriquecia alguns para dominar outros, explorando pessoas. (Levitico 25:13

3º O preço das transacções deveria obedecer ao número de anos que ainda faltava para chegar ao ano do jubileu. Se faltasse muito, o preço seria mais caro, se faltasse pouco, mais barato. (Levitico 25:14-17). 

Tenho dúvidas que este povo esteja “salvo”!

Ouvimos falar de percentuais de evangélicos, por exemplo, em Portugal fala-se de 0.5% da população, no Brasil fala-se, entre 30% a 40% da população, há até casos, como em algumas cidades Brasileiras que chegam aos 70% dos habitantes, para a realidade Brasileira um número muito grande. Também, países como EUA, Austrália e Coreia do Sul, fala-se de percentuais grandes.

É Pecado viver com ansiedade?

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Não.

Deus ama os ansiosos! “Vinde a mim...Não estejais ansiosos com coisa alguma...”

Deus nos exorta a confiar Nele, porque a ansiedade nos envenena, ela tem o poder para acabar com a vida que tanto queremos preservar. Ela é um veneno, repetitiva, é continuamente um processo de obsessão, ela mata a criatividade. Ao contrário, a paz e o descanso é que são criativos.

Terá Deus falhado na criação do homem? Porque é que Deus criou Lúcifer?

Em primeiro lugar, poucos sabem que o mal sempre existiu, mesmo antes da queda de Satanás e da do homem como antítese conceitual do bem.

Deus é o padrão da santidade e a santidade é o padrão de Deus. Deus é o padrão de Deus. Nesse sentido, o mal existia como alternativa abstracta e conceitual, pois tudo quanto Deus era em expressão concreta de sua santidade, determinava a existência do mal como conceito alternativo, oposto à maneira real de Deus ser. Donde concluímos que o “bem real” é eterno como expressão da santidade de Deus, mas que o “mal conceitual” também é eterno como antítese do “bem real”.

Em segundo lugar, o mal moral já existia antes da queda do homem na forma da desobediência, perversão e soberba de Lúcifer, anjo decaído de seu original estado de perfeição angelical (Ez.28:14-15 / Is.14:12-15).

O que o Evangelho, que significa BOA NOVA, pode trazer de boa notícia para a nossa existência?

É verdade que quando as pessoas ouvem falar de Evangelho, elas associam logo isso a religião, aos templos, aos sacerdotes, aos pastores, as hierarquias, ao clero, as doutrinas, as trocas espirituais oferecidas em nome de Jesus, os sistemas, as mecânicas, os negócios com Deus, o toma lá dá cá (tens de fazer a tua parte) que supostamente essa falsa divindade propõe às pessoas.

É isso que as pessoas associam ao termo Evangelho. Mas o Evangelho não tem nada a ver com isso. Isso é um grande estelionato, talvez o maior estelionato da história da civilização humana.